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Rafting

A história

O rafting foi descoberto em 1869, quando John Wesley Powel organizou a primeira expedição no rio Colorado, EUA, em barcos com remo central. No começo os aventureiros não possuíam nenhuma técnica para manobrar rígidos barcos nas corredeiras e tiveram problemas de capotamento e choques com pedras.
Em 1885, o aventureiro Huckleberry Finn, do livro de Mark Twain, exclamou: “não há casa como um raft durante sua viagem pelo rio Mississipi”. Em 1896, Nataniel Gallowai revolucionou as técnicas de rafting colocando o assento do bote virado para frente e encarando as corredeiras.
Finalmente, em 1909, foi realizada a primeira viagem de rafting com finalidade comercial, pela Julio’s Stones Grand Canyon.
Durante os anos 60 e 70, o esporte passou por um período de hibernação. Em 1980, surgiu o bote “self bailer” que, aliado a novos materiais, mais leves e resistentes e a novos modelos, deu grande impulso ao esporte. Hoje existem mais de 500 companhias de rafting nos EUA e outras 1000 espalhadas pelo mundo. Há também um grande número de pessoas que possuem seus próprios botes e descem rios por conta própria, só pela adrenalina.

 

Rafting no Brasil 

No Brasil, a história do rafting é bem mais recente. Os primeiros botes para corredeira chegaram em 1982, quando foi montada a primeira empresa brasileira, a TY-y. Expedições, que no inicio operava nos rios Paraíba do Sul, Paraíbuna, ambos em Três Rios (RJ).
Alguns anos mais tarde, no final de 1990, surgiu a primeira empresa especializada em rafting no país, Canoar Rafting e Expedições. A partir de 1993, surgiram novas empresas e hoje existem várias  espalhadas pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

Modalidades

Tiro de velocidade, Slalon,Sprint, Descenso e  Prova de resgate.


Mergulho

O que é o Mergulho

O mergulho nasceu da vontade do homem de explorar o mundo submarino. Apesar de estar tão presente em nossa vida, o mar ainda é o maior, mais intrigante e desconhecido habitat terrestre.

Milhares de descobertas realizadas através dos séculos por mergulhadores, além de ajudarem a contar a história do homem, criaram um esporte que hoje em dia é muito praticado no mundo todo.

Das técnicas milenares, utilizadas para a busca de alimentos e armamentos, até as modernas tecnologias empregadas em mergulhos cada vez mais profundos, muitas vidas ficaram pelo caminho. Mas, com certeza, o sonho desses mergulhadores não foi em vão.

Hoje em dia quem quiser se arriscar no mergulho tem todas as condições de explorar a vida marinha com toda a segurança. Para a atleta de mergulho livre detentora de 4 recordes mundiais e 8 sul americanos, Karol Meyer, o mergulho é um esporte como qualquer outro. "Para mergulhar não precisamos ser um Pelizari, uma Tanya Streeter, basta termos vontade de estarmos na água, alguns minutos a mais sem respirar para podermos descer nas profundezas, ficar mais tempo na piscina, ou então, percorrer uma grande distância submersa".

 A história

 O mundo é formado por três quartos de água. A curiosidade em saber o que está escondido nesta parte imensa do nosso planeta existe no homem há milhares de anos, sendo impossível afirmar quando o mergulho começou a ser praticado. Sua história mistura esforços para se explorar distâncias e profundidades cada vez maiores para se criar equipamentos que se possibilitassem essa experiência.
A técnica mais primitiva – prender a respiração e mergulhar – já era usada na antiguidade, em baixas profundidades, para a busca de alimentos nos rios e mares e de riquezas submarinas. Na Coréia e no Japão, por volta do ano 4 mil antes de Cristo, datam registros de mergulhadores especialistas em coletar as pérolas, conchas e esponjas. Esse mergulho era conhecido como “Hae-Nyu” e existe até hoje.
Durante muito tempo, o mergulho foi usado com fins militares: resgatar embarcações naufragadas, cortar cordas de âncoras, perfurar barcos adversários ou como meio alternativo de se chegar a terra para entrar no terreno inimigo. Não havia equipamentos específicos, mas já na época de Alexandre, o Grande, eram usados aparelhos – no caso, um tipo de recipiente como um sino – para facilitar a respiração embaixo d’água. O aparelho evoluiu para tubos (“avós” do que hoje é o snorkel), em ações predominantemente realizadas em guerras visando surpreender o inimigo.
O escafandro é uma roupa fechada alimentada por uma bomba manual que manda o ar para um capacete de metal, equipado com válvula  de saída de ar e foi inventado em 1819 por Augustos Siebe. Em 1866, o francês Benoist Rouquayrol, desenvolveu Scuba (Self-Contained Underwater Breathing Apparatus), ainda sem um suprimento de ar de alta pressão. O Scuba foi descrito por Júlio Verner em “Vinte Mil Léguas Submarinas”.
Na década de 40, os franceses Jacques Yves Cousteau e emile Gagnan criaram o aqualung (“pulmão aquático”): o equipamento passou a ser comercializado em todo mundo, abrindo a atividade a todos os interessados.
Hoje o Scuba, com o aqualung, é o equipamento do mergulhador autônomo  (que precisa de suprimento de ar), enquanto o mergulho livre é praticado apenas com uso de snorkel, nadadeiras e máscaras
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Onde praticar o Mergulho

O Brasil com mais de 8.000 km de costa atlântica é, com certeza, um excelente local para a prática do esporte. Os principais destinos dos mergulhadores são: A região de Abrolhos, que concentra a maior quantidade de corais do Atlântico Sul, e Fernando de Noronha, com suas águas transparentes e belas paisagens.

Mas as opções não param por aí. Todo o litoral brasileiro conta com pontos ideais para a prática do mergulho. Já existem agências e escolas especializadas nesse tipo de turismo.

Existem opções para todos os tipos de preços, portanto escolha a que melhor se adapte ao seu bolso.

Quem pode praticar o Mergulho

O mergulho pode ser praticado por qualquer pessoa, e não é um esporte restrito aos mais jovens. Qualquer um que tenha um razoável preparo físico pode se aventurar no mar. Porém, antes de mergulhar o ideal é que se faça um exame médico. Este dará a certeza de uma diversão tranqüila.

Segundo a atleta de mergulho livre detentora de 4 recordes mundiais e 8 sul americanos, Karol Meyer, todo cuidado deve ser tomado. " É importante lembrar que a apnéia ou mergulho livre são esportes de alto risco.

Recomendo a todos os interessados que visitem o site da AIDA Brasil www.aidabrasil.com.br para saberem mais sobre as regras de segurança".

Um bom curso de mergulho é essencial para evitar maiores problemas. Com as dicas de um instrutor experiente, você estará apto ao esporte e não se arriscará em vão.

Outro fator fundamental é não exagerar antes do mergulho. Muita comida, bebidas alcoólicas e drogas podem ser grandes inimigos durante o mergulho. O que na superfície não é perceptível, submerso traz sérias conseqüências.

Atletas do Mergulho

A pernambucana Karol Meyer é sem dúvida a maior representante do mergulho brasileiro. Em sua carreira iniciada em 1996, já bateu 4 recordes mundiais e 8 sul americanos. A marca pode impressionar, mas a história de vida diz o porque desses resultados.

Sua paixão já vem há bastante tempo, pois praticou esportes radicais em toda sua infância e adolescência. A carreira no mergulho só começou aos 28 anos. Em um teste proposto por seu marido em uma piscina, a mergulhadora fez o tempo de 3'39. Esse foi o pontapé inicial no esporte competitivo.

O primeiro recorde brasileiro foi atingido no ano de 1998, com o tempo de 4'07. Karol fez alguns cursos na França, pela Universidade de Nice de Esportes, outros patrocinados pela AIDA France e AIDA Internacional, além de instrução com os maiores instrutores e atletas do mundo, tais como: Umberto Pellizari, Claude Chapuis, Loic Leferme, Pipin Ferreras, Kirk Krak, Martin Stepaneck, Patrick Musimu dentre outros.

Foi eleita em 2006, a melhor instrutora de apnéia no mundo pela instituição ICARE (Suiça) e recebeu o prêmio SPECIAL ICARE TROPHIE pela enorme contribuição que trouxe ao esporte mergulho livre em nivel mundial.

Karol Meyer é a única atleta no mundo que realizou 3 recordes mundiais em apnéia estática, detém recorde mundial no No Limits Tandem e o recorde continental de apnéia estática com 7 minutos e 18 segundos sem respirar.

Como são as competições de Mergulho

As competições de mergulho livre são divididas em 5 modalidades distintas, mas as únicas modalidades realizadas em campeonatos mundiais são: apnéia estática e lastro constante.

Apnéia Estática: Nessa categoria o atleta fica o maior tempo possível submerso ou flutuando imóvel com as vias respiratórias imersas na água. Lastro Constante: Praticado no mar e em lagos, o mergulhador desce a uma determinada profundidade com a ajuda do cinto-lastro e das nadadeiras, mas não pode utilizar-se do cabo-guia.

Dicas e curiosidades do Mergulho

Abaixo vai uma lista com as dicas da atleta de mergulho livre detentora de 4 recordes mundiais e 8 sul americanos, Karol Meyer.

A apnéia não é uma disciplina que praticamos solitariamente. Mergulhe sempre com dois ou três apneístas do mesmo nível.

Sempre mostre sua presença, diga quando partirá e qual marca pretende atingir.

Trabalhe sempre com cabos que vão até o fundo.

O fundo deverá estar próximo da sua profundidade máxima.

Não escolha roupas de cores escuras como preto ou azul marinho. Você fica invisível dentro da água.

Pare de olhar seu relógio ou seu profundímetro. Você tem toda a vida para progredir.

Pergunte sempre a seu companheiro que voltou a superfície se ele está bem. Caso ele não responda, segure-o firmemente.

Jamais fique no fundo, mesmo se estiver se sentindo bem. Prefira a apnéia estática estando sempre próximo a superfície.

Em piscina, pratique sempre próximo de algum apoio, da borda ou bóia.

Não solte o ar dentro da água, guarde-o.

Equipamentos do Mergulho

O Snorkel é o que permite a respiração quando o mergulhador se encontra na superfície da água.

As nadadeiras auxiliam e dão mais força aos movimentos.

O colete é que controla a flutuação do mergulhador.

Os reguladores, como o próprio nome já diz, são feitos para regular a pressão do cilindro.

O cilindro armazena o ar respirável.

A máscara protege os olhos e permite a visibilidade.

O cinto de lastro é muito importante pois é utilizado para compensar a flutuação.

A roupa isotérmica mantém o calor natural do corpo dentro da água.

O profundímetro indica a profundidade.

Outros acessórios são: lanternas, bússola, facas, capuz, meias, botas, luvas, etc...

Segundo a atleta de mergulho livre detentora de 4 recordes mundiais e 8 sul americanos, Karol Meyer, os gastos com os equipamentos podem variar. "Se o atleta morar em um local de clima quente durante todo o ano, não precisará de roupa de neoprene. Caso necessite o custo total deve ficar entre R$ 300,00 e 600,00".


Modalidades

Mergulho livre – Snorkeling e apnéia / Mergulho autônomo.


Bodyboard

O que é o Bodyboard

Dropar altas ondas em uma prancha bem menor e mais flexível que a do surf, proporcionando manobras radicais e muita adrenalina. Esse é o bodyboard, um esporte que já é reconhecido em todo o mundo e que vem tendo um grande crescimento a cada ano.

O número de praticantes também tem crescido e a indústria do bodyboard hoje já é uma das maiores do esporte. A organização e os grandes eventos favorecem esse crescimento. Atualmente o bodyboard conta com mais de 1 milhão de praticantes em todo o mundo.

O Brasil é uma das maiores potências no esporte e já consagrou diversos campeões mundiais, entre eles o hexacampeão mundial, Guilherme Tâmega. No feminino, o Brasil dominou o Circuito Mundial de Bodyboard de 1988 a 2004.

Mariana Nogueira venceu três vezes o circuito mundial, em 1988, 1992 e em 1998. Glenda Koslovski venceu em 1989 e em 1991. Stephanie Pettersen foi a que venceu o circuito mundial mais vezes, em 1990, 1993, 1994 e em 2002, sendo que nessa última, a atleta já estava naturalizada australiana.

Claudia Ferrari ganhou em 1995. Em 1996 e 1997 foi Daniela Freitas quem conquistou o mundial. Karla Costa venceu em 1999. Soraia Rocha ganhou em 2000 e 2001 e Neymara Carvalho conquistou o título em 2003 e 2004.

História do Bodyboard

O bodyboard é um esporte bem antigo. Alguns desenhos e relatos do século XV mostram que na Polinésia já se surfava deitado. Nessa época, apenas os reis podiam surfar em pé e o povo só podia se divertir surfando de peito.

Em 1971, Tom Morey foi consagrado o criador do bodyboard moderno no Havaí, graças à sua invenção: a prancha Morey Boogie. A construção dessa prancha foi de extrema importância para o desenvolvimento do bobydoard e até hoje é comum o esporte ser conhecido como morey boogie.

Durante muito tempo, Tom Morey tentou imaginar uma prancha que pudesse ser surfada de uma maneira diferente da habitual. Depois de ter introduzido várias inovações em pranchas de surf, tentou inovar com um bloco de polietileno e desenhou algo totalmente diferente: a primeira prancha de bodyboard.

Os modelos começaram a ser vendidos e, em pouco tempo, o bodyboard conquistou os surfistas e foi ganhando novos adeptos. Com a expansão do bodyboard e a criação de entidades reguladoras, o esporte alcançou um alto reconhecimento, fazendo com que a indústria de bodyboard seja uma das maiores do esporte.

O Brasil é uma das maiores potências do bodyboard e já consagrou diversos campeões mundiais, entre eles o hexacampeão mundial, Gulherme Tâmega. Entre as mulheres a situação é ainda melhor: o Brasil praticamente domina o Mundial desde 1988, com as conquistas de Mariana Nogueira, Glenda Koslovski, Stephanie Pettersen, Claudia Ferrari, Daniela Freitas, Karla Costa, Soraia Rocha e Neymara Carvalho.

Onde praticar o Bodyboard

Uma das vantagens do bodyboard é que pode ser praticado em ondas não tão grandes quanto as exigidas pelo surf convencional. Mas, quanto maior as ondas, mais manobras se pode realizar.

O Circuito Brasileiro de Bodyboard já realizou etapas em diversos lugares, tais como a Paria do Pecado, em Macaé, no Rio de Janeiro, no farol de São Thomé, em Campos, também no estado do Rio, na Praia da Barra do Jucu, em Vilha Velha, no Espírito Santo, na Praia de Costas Azul, em Rio das Ostras, no Rio de janeiro, na Baía de Maracaípe, em Porto de Galinhas, Pernambuco, entre outras praias.

Além do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Pernambuco, o litoral brasileiro oferece boas condições para a prática do bodyboard e conta com fortes competições como o Paulista, o Paranaense e o Baiano.

Peru, Equador, Venezuela, Austrália, Japão, Brasil, Estados Unidos, Portugal e Espanha, são os países por onde passa o Circuito Mundial de Bodyboard. Mas o auge é quando a competição chega ao Havaí. A disputa em Pipeline é disputada em condições épicas e é a mais esperada por todos.

Quem pode praticar o Bodyboard

Qualquer pessoa que saiba nadar pode praticar o bodyboard. Como o esporte é no mar e os caldos são inevitáveis, é importante que o praticante tenha toda a segurança para poder desempenhar nas ondas.

Para o Presidente da Federação Paulista de Bodyboard, Washington Teixeira, é importante para quem está iniciando entrar em uma escolinha de bodyboard. "As escolinhas cadastradas oferecem todas as informações necessárias para quem está começando".

Outro cuidado que os praticantes devem ter é com a preparação feita antes de entrar no mar. O respeito é fundamental. Por isso, sempre alongue antes e depois de cair na água. Ao alongar de maneira correta você estará evitando problemas maiores, como uma câimbra ou dores musculares.

Agora é só pegar a sua prancha e detonar nas ondas. E lembre-se que o mar é imprevisível, portanto sempre preste atenção e tome todos os cuidados.

Atletas do Bodyboard

Um dos maiores destaques do bodyboard é, sem dúvida, Guilherme Tâmega. O carioca é hexacampeão mundial (1994-1995-1996-1997-2001-2002), bicampeão do Isa Surfing Games e atualmente está na busca pelo hepta mundial.

Uma curiosidade sobre o atleta, que aprendeu tudo sobre o bodyboard no Posto 5, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, é que Tâmega começou a surfar com prancha de surf convencional e só começou no bodyboard depois de sofrer um acidente que lhe rendeu alguns dias de repouso e a proibição de sua mãe de praticar surf.

Tâmega, como é conhecido internacionalmente, procurou outra forma de estar em contato com as ondas e sem desobedecer a sua mãe: encontrou a resposta no bodyboard.

Um outro atleta de destaque é o havaiano Mike Stewart, que já conseguiu nove títulos mundiais. O criador da marca de pranchas de bodyboard Mike Stewart Science, dominou o esporte completamente na década de 80 e início da década de 90. Mike é um dos poucos atletas de bodyboard que conseguiu transitar da velha-escola de bodyboard para a nova. Atualmente, o atleta tem mais de 40 anos, e continua ativo e competindo no Circuito Mundial de Bodyboard.

O bodyboard conta também com outros atletas de destaque, como os brasileiros Paulo Barcellos, campeão mundial em 2000, e Uri Valadão, que vem ganhando espaço no cenário nacional e internacional.

O bodyboard feminino brasileiro é muito forte e sempre consagra grandes competidoras. Desde 1988, o Brasil domina o Circuito Mundial de Bodyboard feminino, e só não conquistou o título nos últimos dois anos, quando a australiana Kira Llewellyn venceu.

A bodyboarder Mariana Nogueira venceu três vezes o circuito mundial, em 1988, 1992 e em 1998. Glenda Koslovski venceu em 1989 e em 1991. Stephanie Pettersen foi a que venceu o circuito mundial mais vezes, em 1990, 1993, 1994 e em 2002, sendo que nessa última, a atleta já estava naturalizada australiana.

Claudia Ferrari ganhou em 1995. Em 1996 e 1997 foi Daniela Freitas quem conquistou o mundial. Karla Costa venceu em 1999. Soraia Rocha ganhou em 2000 e 2001 e Neymara Carvalho conquistou o título em 2003 e 2004.

Como são as competições do Bodyboard


O sistema de disputa do bodyboard no Circuito Mundial (feminino e masculino) funciona da seguinte maneira: os principais atletas (cabeças-de-chave) entram no mar a partir de uma determinada fase, sem precisar participar das primeiras disputas. As baterias contam com quatro atletas, sendo que dois avançam para a fase seguinte.

O Mundial de Bodyboard conta com etapas em todos os continentes e os atletas têm direito a escolher os quatro melhores resultados em etapas consideradas mais importantes, além de um resultado em etapa regional. A disputa termina com duas etapas no Havaí, sempre no começo do ano seguinte.

Punições - Quando existem regras específicas para uma competição de bodyboard, elas são entregues ou informadas para os competidores no ato da inscrição. Uma curiosidade é que como nos esportes praticados na terra, os juízes da modalidade também usam o cartão amarelo e vermelho. A regra é basicamente a mesma, o amarelo alerta o bodyboarder de alguma infração cometida e o vermelho significa a desclassificação de tal atleta.

Bandeiras - Em algumas competições bandeiras coloridas ou placas de marcação de tempo são utilizadas para orientar os competidores. Os significados são, geralmente, os seguintes: Bandeira ou placa verde indica o início de bateria. Já a amarela significa que faltam 5 minutos para o término da bateria. A vermelha indica o final da bateria.

Guilherme Tâmega, Uri Valadão, Paulo Barcellos, Erisberto Abrantes, Luis Villar, Eder Luciano, Magno Oliveira, entre outros são os principais brasileiros. Entre as mulheres, o destaque fica com Neymara Carvalho, Lorraine Lima, Jéssica Becker, entre outras.

Equipamentos do Bodyboard

O principal equipamento do bodyboard é, sem dúvidas, a prancha. Ela é a ligação do atleta com o mar e o instrumento que possibilita o contato com as ondas, a aventura e a adrenalina. Por isso todo cuidado é pouco.

A escolha de um bom equipamento é fundamental. Uma boa prancha auxilia, e muito, o surfista. Quando você está pegando altas ondas, ela é sua única aliada e faz muita diferença.

É preciso tomar alguns cuidados com a conservação do material. A capa para proteger a prancha é essencial e sempre deve ser utilizada. Outro ponto importante é evitar a prancha de bodyboard para outras atividades, como o sandboard. O atrito com a areia danifica o material.

As nadadeiras ou pé de pato completam a lista dos materiais necessários para a prática do bodyboard. Elas auxiliam o atleta a pegar as ondas, dando uma força maior no momento de entrar na onda.

Como não são baratas (as nacionais ficam a partir de R$ 30,00) deve-se tomar cuidado com a conservação do material. Quando sair do mar limpe as nadadeiras com água doce, assim você estará evitando que ela se deteriore antes do tempo.

Para o Presidente da Federação Paulista de Bodyboard, Washington Teixeira, uma maneira de não jogar dinheiro fora é praticando o esporte. "Antes de fazer um investimento você tem que saber se realmente curte pegar onda. Então antes de comprar uma prancha pratique o bodyboard, mesmo que seja com uma prancha emprestada".

Manobras do Bodyboard

360º - O atleta dá um giro de 360º na direção da parede da onda.

360º invertido - Dá um giro de 360º na direção contraria a parede.

Aéreo/Aerial - é quando o bodyboarder dá um vôo e sai da onda com a prancha, caindo na onda de novo.

ARS - O atleta dá um giro no ar seguido de um 360º.

Back-Flip - Ao dar um mortal, o atleta volta de costas para a onda e termina com um 180º.

Bate-invert - Uma batida com um 360º invertido.

Cut Back - Uma curva que o bodyboarder faz para voltar à parte crítica da onda.

Rollo - O atleta dá literalmente um rolo e roda sobre a onda.

Floater - O bodyboarder flutua sobre a espuma da onda.

Off-The-Lip - O atleta bate no lip e volta para a base da onda.


Remo

O que é o Remo

Remo é o ato de deslocar um barco com ou sem timoneiro pela força muscular de um ou mais remadores, usando remos como alavancas e sentados de costas para a direção do movimento do barco". Essa definição é dada pela Associação Brasileira de Remo, órgão máximo do esporte no País.

Toda a tradição do remo não é por acaso. O esporte foi utilizado como arma de guerra e grande aliado do comércio durante muitos séculos, além de ser um dos esportes prediletos entre a nobreza.

História do Remo

Apesar de toda a história, desde os egípcios, o remo só passou a ser considerado um esporte a partir da metade do século XIX.

Algumas regatas aconteceram antes dessa data, mas foi mesmo nessa época que o esporte tomou forma. As universidades inglesas de Cambrigde e Oxford adotaram o remo e, em 1829, realizaram a tradicional regata que anualmente revive, no Rio Tâmisa, os primórdios do remo.

A partir daí o desenvolvimento foi rápido e as novas tecnologias aperfeiçoaram a maneira de como o esporte é praticado. Novas categorias foram surgindo, de acordo com o número de competidores.


O remo se tornou um esporte olímpico em 1900. Na América do Sul, o Brasil e a Argentina disputam a hegemonia do esporte. Nos campeonatos olímpicos os argentinos têm melhores resultados e levam ligeira vantagem.

Onde praticar o Remo

O Brasil é um país privilegiado para a prática da canoagem já que desfruta de uma grande diversidade natural, em rios e lagos, além da costa com mais de 7 mil km de extensão.

Existem escolas especializadas por todo o país que dão a base e conhecimento necessário para quem está iniciando no esporte. Para quem está iniciando o ideal é procurar um local com águas mais calmas, pois assim estará facilitando sua adaptação a embarcação.

Quem pode praticar o Remo

Um esporte que pode ser praticado por toda a família, desde que sejam respeitados todos os itens de segurança. Para o presidente da Federação Paulista de Canoagem, Osvaldo Roman Espósito, a idade ideal para iniciar nos esportes é a partir dos oito anos de idade. "Temos além da parte prática, toda uma técnica teórica que é melhor assimilada a partir dessa idade".

Pessoas com problemas cardíacos, respiratórios ou de coluna devem consultar um médico antes de praticar. Além disso, se a pessoa está acima do peso, poderá enfrentar problemas na hora de voltar ao barco.

É sempre bom estar em forma para a prática de qualquer esporte, e com a canoagem não é diferente. Para quem procure uma alternativa para manter a saúde o esporte é ideal

Dicas e curiosidades sobre o Remo

A canoagem como esporte surgiu sem querer. É que a canoa sempre foi utilizada para suprir as necessidades do homem. A idéia foi tão boa que um canadense levou para a Europa e o esporte logo se tornou conhecido.

Procure sempre uma escola especializada. Além de ter todas as noções básicas você poderá tirar todas as dúvidas com instrutores especializados.

A prova mais tradicional do remo é a disputada entre as universidades de Cambridge e Oxford. Desde 1829 é realizada todos os anos no rio Tamisa.

Até hoje não se sabe quem foi o inventor do carrinho. Ingleses e americanos atribuem para si a invenção do acessório que mudou completamente o destino do remo.

Equipamentos do Remo

Existem diferentes tipos de material para a canoagem e o remo, variando de acordo com cada categoria. Na Slalom, por exemplo, o caiaque tem que ter uma grande resistência além de uma boa hidrodinâmica para enfrentar as descidas. Nessa categoria são utilizados canoas e caiaques.

Já na categoria velocidade, a embarcação é feita para conseguir chegar à linha de chegada o mais rápido possível. Os materiais são mais leves e toda a hidrodinâmica é feita pensando na velocidade. Também competem canoas e caiaques.

 
 

Skysurf

O francês Patrick Degaerdon é considerado o criador do esporte, com a idéia de ficar em pé na prancha durante a queda, cerca de 260km/h, surgia assim o Skysurf. Como o próprio nome diz, o pára-quedista vira um surfista nos céus.
As equipes são compostas por duplas: o skysurfer eo camereraflyer (cinegrafista). O skysurfer salta com uma prancha especial – 50cm (iniciante) e 1,5m (avançado) – para realizar movimentos de giro e rotação. O cameraflyer é responsável  pela imagens que os juizes vão avaliar. Além da filmagem, a performance artística do cameraflyer contará pontos para a equipe. Enquanto se encontram em queda livre, é permitido aos skysurfers todo e qualquer movimento que a habilidade e a  criatividade possibilitarem, como voar por cima ou por baixo do parceiro ou girar de ponta-cabeça, como se fosse um helicóptero. O salto é realizado de um avião ou helicóptero a uma altura aproximadamente 4.000m. As manobras são realizadas durante os primeiros 40 segundos de queda livre, e antes de abrir os pára-quedas, a prancha é desconectada por um botão preso à cintura do macacão.
Voar sobre uma massa densa de ar, com vento de velocidade na casa dos 200km/h, cria uma densidade como se estivesse na água. Por isso, é uma modalidade arriscada e só é praticada por atletas experientes. Segundo as normas de segurança de CBPq, o esporte só é recomendado pára-quedistas com mais de 500 saltos. Além do mínimo de saltos é preciso ter bom preparo físico, pois o atleta enfrenta a resistência do ar, que não é nada fácil e a gravidade negativa, que estica o corpo como se fosse dividi-lo em dois. O preparo mental também é muito importante para o total controle sobre as ações. Afinal, qualquer movimento errado pode resultar em acidentes.
As competições de skysurf acontecem a quase 10 anos e assim que surgiu, rapidamente ocupou espaço na mídia mundial. É a modalidade que mais gerou, e ainda gera, atenção da mídia em todo mundo devido à grande atração visual do público assistente.
Hoje, no Brasil, o número de praticantes é bem reduzido, devido ao alto custo da prática e á complexidade e alto risco dos saltos com prancha. Gui Pádua, um deles, estabeleceu o recorde mundial de skysurf sem oxigênio, ao saltar de um avião a 8.500m (25 mil pés, altura de um vôo da ponte-aérea).

 

Jet Ski

O que é o Jet Ski

O esporte é praticado com motos aquáticas, popularmente conhecidas como Jet Skis. .

Desde 1992 existe a BJSA (Associação Brasileira de Jet Ski), que organiza as competições do esporte no Brasil, e tem como principal função normalizar, regulamentar e defender a imagem do esporte.

A principal dificuldade para quem quer iniciar é o fato do Jet Ski ter um valor muito alto. Não é qualquer um que tem dinheiro para comprar uma embarcação de aproximadamente R$ 20 mil. Mas mesmo assim nota-se um crescimento no número de praticantes.

Segundo o presidente da BJSA, David Haddad Jr., o Brasil é a segunda maior potência do esporte no mundo. "Só ficamos atrás dos americanos. Em todos os anos que levamos todos os competidores ficamos na segunda colocação. O que falta é mais apoio aos nossos atletas".

 

História do Jet ski

O primeiro Jet Ski do mundo foi concebido pela Kawasaki Motors do Japão – sendo “Jet Ski” marca registrada da mesma – como um “brinquedo” a motor para ser oferecido de presente aos melhores clientes de seu estaleiro. Durante anos, ela foi a única a fabricar motos-aquáticas e, pelo menos dez anos depois, é que surgiram fábricas como Bombardier, Yamaha e Polaris para criar concorrência.
Para se iniciar no esporte, o primeiro passo, além do Jet Ski, é necessária uma série de equipamentos como roupa de neoprene, botas para jet ski, luvas, colete salva-vidas, capacete, óculos e perneiras. É fundamental ser habilitado pela Marinha do Brasil, através das Capitanias dos Portos de cada região.
Todos os pilotos a ingressarem nas competições de Jet Ski , deverão se filiar á BJSA (Brazilian Jet Sports Association) ou representante estadual. Os documentos pessoais necessários para inscrições em competições são: Habiltação da Marinha, Carteira de Filiado à BJSA, Carteira de identidade, CPF, Documentos da Embarcação, Registro da Embarcação na Marinha e Seguro Obrigatório.

Onde praticar Jet Ski

Para a prática de jet ski, existem dois tipos de locais: os agitados e os mais calmos. Quem prefere os mais calmos, deve optar por treinar em lagos e represas, onde a maior vantagem é o fato de poder treinar as manobras sempre no mesmo terreno, devido à constância da água.

Já para quem prefere os locais agitados e terrenos mexidos, o mar é a melhor opção. A vantagem desses locais é que sempre se pode esperar algo novo e pode-se improvisar de acordo com a situação.

No jet ski existem dois tipos de modalidades: o convencional e o jet ski em ondas, o chamado freeride. No Brasil, os picos para o jet ski são Piçarras, em Santa Catarina, Itanhaém, no litoral paulista, Cabo Frio, no Rio de Janeiro e Boa Esperança, em Minas Gerais. Essas cidades já receberam várias etapas do Campeonato Brasileiro de Jet Ski. Já o Mundial acontece geralmente em Lake Havasu, no Arizona, Estados Unidos.

O jet ski em ondas vem crescendo a cada ano em todo o mundo. Imbituba, em Santa Catarina, é um dos principais lugares na América do Sul para a prática do freeride e até já recebeu uma etapa do Mundial. Além do Brasil, o Mundial em Ondas passa por lugares tradicionais do esporte, como França, Espanha e Portugal.

Quem pode praticar Jet Ski

Para andar com o Jet Ski são necessários, além dos cuidados, alguns documentos obrigatórios. Em toda competição são exigidos a habilitação da Marinha, o registro do Jet e seguro obrigatório, convênio médico e a autorização do Poder Judiciário (Juizado de Menores), caso o atleta tenha menos de 18 anos.

Sem qualquer um desses documentos o competidor fica impossibilitado de participar de qualquer competição oficial.

Para o presidente da BJSA, David Haddad Jr., as medidas são tomadas para a própria segurança de todos. "Esse é o meio que temos para diminuir o número de acidentes e proporcionar, tanto ao público quanto aos atletas, toda a segurança necessária", diz Haddad.

Atletas de Jet Ski

O Brasil conta com vários atletas de destaque no jet ski. Um deles é o catarinense de Jaraguá do Sul, Alessander Lenzi. O atleta, que pratica o esporte há 14 anos, já adquiriu uma coleção invejável de títulos nacionais e internacionais e é o detentor do maior número de títulos do mundo.

Tudo começou como uma brincadeira para Lenzi, que foi percebendo que tinha jeito pro jet ski. O atleta comprou um Kawasaki e, com uma roupa de surf emprestada para os dias mais frios, começou a treinar. O primeiro campeonato que disputou foi o Circuito Catarinense de Jet Ski, em 1993, e, desde então, não parou mais. Logo no ano seguinte foi campeão catarinense, campeão paranaense e vice-campeão paulista.

Em 1995, começou a disputar campeonatos internacionais. O atleta é o primeiro e único piloto brasileiro a se consagrar campeão mundial de jet ski na categoria Freestyle Profissional. É também tricampeão paulista (1997, 1998 e 1999), nove vezes campeão brasileiro (1998, 99, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006), bicampeão mundial de Manobras nas Ondas, tricampeão do Circuito Mundial da União Internacional de Motonautica (UIM) e bicampeão da Copa do Mundo de Jet Ski.

Um outro nome de destaque é o gaúcho Nélio Azeredo, que compete pela categoria Runabout 1600 Modified. O atleta foi campeão brasileiro na categoria em 2006 e, em 2005, foi campeão brasileiro na categoria Runabout 800 Stock.

O goiano Célio Vinícius também não fica para trás. Em 2006 se consagrou heptacampeão mundial e carrega no currículo mais nove títulos nacionais. A história de vitórias do atleta começou no hotel que a família possuía em Tocantins, já que este possuía um jet para divertir os hóspedes. Na época que começou a pilotar, Célio tinha apenas sete anos.

Logo se apaixonou pelo esporte e, quanto tinha 13 anos, seu pai conseguiu uma liminar para que o filho pudesse participar das competições locais, já que a idade mínima para participar de competições de jet era de 16 anos. O esforço do pai valeu a pena, e Célio foi campeão goiano na categoria novatos. Em 1998, ficou em 1º lugar na categoria Sport Stock e em 3º na categoria Sport Superstock do Campeonato Brasileiro.

Para ganhar mais experiência, resolveu participar de um campeonato mundial e foi o piloto mais jovem a participar do campeonato que reúne os melhores do mundo. Aos 16 anos, foi mais uma vez campeão goiano, paulista e brasileiro. Foi também novamente aos Estados Unidos para disputar o mundial e terminou em 1º em duas categorias: a Expert Sport Limited e a Sport Superstock.

Em 2000, foi morar nos Estados Unidos para correr o circuito norte-americano. Venceu sete das oito provas disputadas e sagrou-se campeão norte-americano de jet na Sport Superstock. Também venceu o brasileiro pela quarta vez.

No ano seguinte, ainda morando nos Estados Unidos, foi novamente campeão norte-americano. Em águas brasileiras, correu pela primeira vez com jet stand up e conseguiu vencer na categoria Ski Stock. Nos Estado Unidos não conseguiu o titulo na categoria profissional, e resolveu voltar a morar no Brasil.

Como são as competições de Jet Ski


Circuito Fechado

Provas realizadas em raias demarcada por bóias nas cores vermelha (curvas à esquerda) amarela (curvas à direita). Os pilotos ficam alinhados lado a lado na largada e vence quem cumprir primeiro o número de voltas pré-estabelecidas.

Existem diferentes categorias de circuito fechado em função de:

- tipo de embarcação
- características físicas e técnicas
- cilindrada do motor.

Divisão Ski                       Divisão Runabolt
1 – Ski Stock                    1 – Runabolt 800/1200 Stock
2 – Ski Limited                  2 – Runabolt 800 Limited
3 – Ski Superstock            3 – Runabolt 800/1200 Superstock

Divisão Sport                   Freestyle (estilo livre)
1 – Sport Stock                 1 – Estreantes
2 – Sport Limited               2 – Experts
3 – Spot  Superstock

Slalon  (prova contra o relógio)
O piloto tem realizar o circuito (ida e volta de circuito de bóias em zigue-zague) no menor tempo possível.

Endurance (prova de longa duração)
As duplas de pilotos participam com um Jet do tipo Runabolt (sempre o mesmo), podendo realizar paradas para abastecimento, reparos e troca de pilotos.

Dicas e Curiosidades de Jet Ski

O esporte foi criado meio por acaso. Na verdade foi um presente que o presidente da Kawasaki deu aos seus melhores clientes. O presente deu tão certo que em pouco tempo já tinha virado um sucesso de vendas.

Nunca ande perto dos banhistas. O Jet Ski não é um brinquedo e pode trazer sérias conseqüências em caso de acidente.

Atualmente o Brasil é a segunda maior potência do esporte no mundo. Ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Equipamentos do Jet Ski

Como o próprio nome já diz, o Jet Ski é fundamental. Um bom equipamento é essencial para quem deseja competir. Mas para aqueles que querem iniciar no esporte, qualquer Jet Ski serve para se aperfeiçoar.

Os equipamentos de segurança também são muito importantes. O colete salva-vidas e o capacete são peças fundamentais para todos que querem se aventurar de Jet.

E para completar tem os auxiliares, que também fazem a diferença e dão o maior conforto. São eles: roupa de neoprene, botas pra jet ski, luvas, óculos e perneiras.

 

Kitesurf

O que é o Kitesurf

Voar sobre a água puxado por uma pipa. Esse é o princípio do kitesurf, um esporte relativamente novo, mas que vem ganhando novos adeptos ao redor do mundo. O equipamento do kite é basicamente a pipa e a prancha.

O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis.

A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.

História do Kitesurf

O kitesurf moderno, como é praticado hoje, foi inventado por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoix. Os irmãos, que eram navegadores, surfistas e windsurfistas, desenvolveram uma pipa com câmaras de ar em 1984. Uma vez infladas, o ar não escaparia delas, o que permitia que fossem erguidas novamente da água toda vez que caíssem, sem precisar de ajuda de terceiros.

A invenção dos irmãos Legaignoix foi patenteada e eles participaram de uma série de regatas internacionais de velocidade com esquis aquáticos para desenvolver o invento nos anos de 1985 e 1986. Em 1993, as pipas, já então desenvolvidas, começam a ser vendidas.

Antes da invenção dos irmãos Legaignoix o kitesurf já existia. A maioria das versões sobre o surgimento das pipas (em inglês, kites) aponta a China como seu lugar de origem, há mais de 2 mil anos. As pipas ajudavam a navegação de barcos e o transporte de materiais pesados de construção.

Por volta do ano 700, alguns missionários budistas teriam levado pipas ao Japão, que passaram as ser usadas com alguns propósitos militares e religiosos, já que seu barulho servia para intimidar inimigos e a altura que atingiam ajudava na observação de posições distantes.

Na Segunda Guerra Mundial, as pipas também foram usadas, dessa vez como mecanismo de defesa contra aviões. O explorador italiano Marco Pólo teria sido responsável por levar as pipas da Ásia para a Europa em 1295.

O inglês George Peacock é considerado o pai da tração à pipa por ter inventado, em 1826, em Bristol, na Inglaterra, uma estrutura em que as pipas puxavam carroças a velocidades de até 20 km/h. Essa invenção foi patenteada, mas não evoluiu muito em quase 150 anos, a não ser pela experiência do americano Samuel Franklin Cody, um dos pioneiros da aviação, que navegou o canal da Mancha puxado por uma pipa.

Em 1964, Domina Jalbert, dos Estados Unidos, criou a primeira pipa que era inflada de ar. Na década de 70, alguns americanos começaram a usar pára-quedas para puxá-los sobre esquis aquáticos. O holandês Gijsbertus Panhuise, em 1977, conseguiu patentear um equipamento em que uma pessoa é puxada por um pára-quedas em uma prancha e, em 1978, um barco movido à pipa, desenvolvido pelo americano Ian Day, ultrapassa a velocidade de 40 km/h.

Na década de 80, algumas tentativas de combinar pipas com canoas, patins, patins de gelo, esquis, esquis aquáticos, entre outros, foram feitas. Uma delas foi a do suíço Andréas Kuhn, que levantava da água sobre uma prancha similar à de wakeboard e impulsionado por um equipamento de parapente de aproximadamente 25 m². Ele foi o primeiro a saltar a grandes alturas com ventos fracos e foi mostrado pela TV européia.

Em 1998, em Maui no Havaí, foi disputado o que foi chamado de 1º Campeonato Mundial, nas modalidades de longa distância, wave e slalom. Dos 24 competidores, apenas dois optaram pelo kiteski e o resto usou as pipas infláveis. O americano Marcus Flahs Austin foi o campeão na classificação geral, com a pipa inflável. Cory Roeseler, com seu kiteski, ficou em segundo.

O americano campeão mundial de windsurf, Robby Naish foi o primeiro na categoria slalom e a windsurfista japonesa Tomoko Okazaki foi a campeã feminina, ambos usando a estrutura inflável. O brasileiro Maurício Abreu, também com a pipa inflável, terminou em sexto lugar.

No ano de 2000, foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro Circuito Mundial de Kitesurf. O campeonato passou por países como Cabo Verde, República Dominicana, França e Rio de Janeiro. Na praia da Barra da Tijuca, no Rio, o francês Christopher Tasti e a neo-zelandesa Stephanie Gamble se tornaram os primeiros campeões mundiais. Os franceses Franz Olry e Anne Laure Pegon venceram a etapa do Rio.

Em 2001, no segundo ano do Kiteboard Pro World Tour, o Rio encerrou mais uma vez o circuito e ganhou o status de Campeonato Mundial feminino. Os atletas fundaram a Kiteboard World Association (KWA) e nesse ano também foi criada a Associação Brasileira de Kitesurf (ABK), que promoveu o 1º Desafio Brasileiro de Kitesurf, na cidade de Araruama, vendido por Marcelo Cunha e Daniela Monteiro.

 

 
   
   

 

 

 

 

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